Estarei sozinha sentindo Deus?
Deus é tão palpável, tão real.
Percebe?
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Sentidos de mim
Brilha a aura.
Toda a minha calma vem. Frenesi.
E uma emoção dilatada, faz a flor de mim brotar no longe.
Pontiagudas, agudezas de sentir, espinhos da alma
Furam o ouvido como um suspiro que não posso mais ouvir.
Fico surda, dorme em mim uma paz cansada, e já não vejo nada.
Sei que há aqui um lusco-fusco. Carmesim.
Toda a minha calma vem. Frenesi.
E uma emoção dilatada, faz a flor de mim brotar no longe.
Pontiagudas, agudezas de sentir, espinhos da alma
Furam o ouvido como um suspiro que não posso mais ouvir.
Fico surda, dorme em mim uma paz cansada, e já não vejo nada.
Sei que há aqui um lusco-fusco. Carmesim.
Menino enigmático
(para meu sobrinho Guilherme em 16/09/2009 – 23:36 hs)
Esse menino tem olhar de poesia,
Ora de chuva, ora de melancolia.
Como se sentindo saudade de um tempo
Parece até querer-me bem.
Tem ares suspeitos e até sugere
Que o tempo não vai, se não vem.
Talvez no embalo de seu robusto corpinho
Eu possa sentir um cheiro de noite
Pairando no ar, querendo o vento.
Esse menino é tão diferente
Tão forte e tão frágil
Não posso saber!
Mas também sei que não sou capaz
Não digo palavras para não lhe acordar
Da canção do menino que chora de noite
Quero o silêncio de seu profundo olhar.
Ah! Belo menino!
Seus olhos têm uma mágica
Um enigma tão singular
Por isso peço: cresça, menino!
Para eu saber de você algo mais.
Esse menino tem olhar de poesia,
Ora de chuva, ora de melancolia.
Como se sentindo saudade de um tempo
Parece até querer-me bem.
Tem ares suspeitos e até sugere
Que o tempo não vai, se não vem.
Talvez no embalo de seu robusto corpinho
Eu possa sentir um cheiro de noite
Pairando no ar, querendo o vento.
Esse menino é tão diferente
Tão forte e tão frágil
Não posso saber!
Mas também sei que não sou capaz
Não digo palavras para não lhe acordar
Da canção do menino que chora de noite
Quero o silêncio de seu profundo olhar.
Ah! Belo menino!
Seus olhos têm uma mágica
Um enigma tão singular
Por isso peço: cresça, menino!
Para eu saber de você algo mais.
domingo, 13 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Um certo rio, frio.
Tem um amor vazando do meu coração,
derramado, transbordando... um amor já ido, findo, finito.
Tem um amor que é rio, mas já não ama, só se esvai
Um amor que não conseguiu encher o peito, mas rompeu com o mundo,
Rompeu com o meu coração!
Existe um amor que não é mais meu, mas é grande,
intenso e forte, que corre todo emoção, denso e líquido partindo de mim
indo embora em cada decepção!
Havia um amor tão grande, tão grande, que minhas comportas afetivas não suportaram sua força, foram destruídas, levadas embora, e agora tento estancar a todo custo essa emoção!
Havia um coração aqui, agora só tem um vazio!
derramado, transbordando... um amor já ido, findo, finito.
Tem um amor que é rio, mas já não ama, só se esvai
Um amor que não conseguiu encher o peito, mas rompeu com o mundo,
Rompeu com o meu coração!
Existe um amor que não é mais meu, mas é grande,
intenso e forte, que corre todo emoção, denso e líquido partindo de mim
indo embora em cada decepção!
Havia um amor tão grande, tão grande, que minhas comportas afetivas não suportaram sua força, foram destruídas, levadas embora, e agora tento estancar a todo custo essa emoção!
Havia um coração aqui, agora só tem um vazio!
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